HOMOLOGANDO
A
NOSSA
EXPERIÊNCIA
Por: Glenio Fonseca Paranaguá
Por: Glenio Fonseca Paranaguá
Por
isso,
santos
irmãos,
que
participais
da
vocação
celestial,
considerai
atentamente
o
Apóstolo
e
Sumo
Sacerdote
da
nossa
confissão,
Jesus.
Hebreus
3:1.
Os
sacerdotes
foram
divinamente
ordenados
como
medianeiros
entre
Deus
e
a
nação
hebraica
pelo
ministério
dos
sacrifícios
de
animais.
Entre
eles
era
escolhido
um
que
tinha
o
encargo
de
representar
o
povo,
diante
de
Deus,
no
Santo
dos
Santos.
Ele
entrava
no
lugar
Santíssimo
do
Templo,
uma
vez
por
ano,
levando
o
sangue
de
um
animal,
para
fazer
a
propiciação
pelos
pecados
do
povo.
A
propiciação,
bem
entendida,
significa
a
remoção
da
ira
mediante
a
oferta
de
um
presente.
O
Sumo
Sacerdote
era
o
intermediário
entre
Deus
e
a
nação,
a
fim
de
promover
a
expiação
dos
pecados.
Ele
advogava
a
causa
do
povo
por
meio
do
sangue
de
um
cordeiro
imolado.
Sua
missão
principal
era
a
de
ponte
entre
Deus
e
o
pecador,
por
isso
a
palavra
latina
correspondente
a
sacerdote
é
pontifex,
que
significa
edificador
de
pontes.
Mas
o
Sumo
Sacerdote
não
podia
intermediar
sem
o
sangue
de
um
animal:
No
entanto,
somente
o
Sumo
Sacerdote
entrava
no
segundo
tabernáculo,
apenas
uma
vez
por
ano,
e
nunca
sem
sangue,
o
qual
ele
oferecia
por
si
mesmo
e
pelos
pecados
que
o
povo
havia
cometido
por
ignorância.
Hebreus
9:7.
(NVI).
Os
sacerdotes
eram
responsáveis
pelos
sacrifícios
dos
animais
que
serviam
como
objeto
da
propiciação.
Ironicamente
foram
os
sacerdotes
que
idealizaram
a
crucifixão
de
Cristo.
De
manhã
cedo,
todos
os
chefes
dos
sacerdotes
e
anciãos
do
povo
tomaram
a
decisão
de
condenar
Jesus
à
morte.
Mas
os
chefes
dos
sacerdotes
e
os
anciãos
convenceram
a
multidão
a
que
pedisse
Barrabás
e
fizesse
executar
a
Jesus.
Mateus
27:1
e
20.
(NVI).
Jesus
foi
a
vítima
do
sacrifício
universal.
Foi
crucificado
por
determinação
de
Deus,
mas
executado
por
iniciativa
dos
sacerdotes.
Pilatos,
o
governador
romano,
quis
livrá-lo
da
morte,
mas
Jesus
era
o
Cordeiro
de
Deus,
que
tinha
como
objetivo
tirar
o
pecado
do
mundo
e
por
essa
vontade
fomos
santificados,
por
meio
do
sacrifício
do
corpo
de
Jesus
Cristo,
oferecido
uma
vez
por
todas.
Hebreus
10:10.
(NVI).
Jesus
era
de
fato
o
Cordeiro
de
Deus
que
satisfez
plenamente
as
exigências
da
lei,
realizando
uma
completa
salvação.
Ele
morreu
em
nosso
benefício,
com
o
propósito
de
nos
incluir
juntamente
com
Ele,
a
fim
de
realizar
uma
eterna
redenção.
No
caso
particular
de
Jesus,
Ele
era
o
Cordeiro
de
Deus
e
o
Sumo
Sacerdote.
Ele
morreu
em
nosso
lugar
como
o
cordeiro
substituto,
mas
também
nos
incluiu
como
o
Sumo
Sacerdote
no
seu
sacrifício
para
nos
fazer
integrantes
de
sua
morte.
Quando
Cristo
veio
como
Sumo
Sacerdote
das
coisas
boas,
agora
presentes,
Ele
adentrou
o
maior
e
mais
perfeito
tabernáculo,
não
feito
pelo
homem,
isto
é,
não
pertencente
a
esta
criação;
não
por
meio
de
sangue
de
bodes
e
novilhos,
mas
pelo
seu
próprio
sangue
entrou
no
Santo
dos
Santos,
uma
vez
por
todas,
e
obteve
eterna
redenção.
Hebreus
9:11-12.
(NVI).
Jesus
nos
substituiu
na
cruz
morrendo
em
nosso
favor,
contudo,
pela
sua
graça,
Ele
nos
incluiu
na
mesma
morte,
fazendo-nos
passar
por
uma
morte
compartilhada.
Ele
morreu
a
nossa
morte
e
ressuscitou
para
nos
dar
a
vida
eterna.
Eis
aqui
a
grande
mensagem
do
Evangelho.
Pois
Deus
tanto
amou
o
mundo
que
deu
o
seu
Filho
Unigênito
para
que
todo
o
que
nele
crer
não
pereça,
mas
tenha
a
vida
eterna.
Deus
tornou
pecado
por
nós
aquele
que
não
tinha
pecado,
para
que
nele
nos
tornássemos
justiça
de
Deus.
Ele
mesmo
levou
em
seu
corpo
os
nossos
pecados
sobre
o
madeiro,
a
fim
de
que
morrêssemos
para
os
pecados
e
vivêssemos
para
a
justiça;
por
suas
feridas
vocês
foram
curados.
Pois
o
amor
de
Cristo
nos
constrange,
porque
estamos
convencidos
de
que
um
morreu
por
todos;
logo,
todos
morreram.
João
3:16
-
2Coríntios
5:21
-
1Pedro
2:24
-
2Coríntios
5:14.
(NVI).
Jesus
é
o
Cordeiro
de
Deus
imolado
que
derramou
o
seu
sangue
para
a
nossa
perfeita
justificação
e
o
Sumo
Pontifex
da
nossa
confissão.
É
aqui
que
entra
o
elemento
da
experiência
no
Cristianismo.
Na
antiga
aliança
o
pecador
penitente
trazia
ao
sacerdote
um
cordeiro
para
ser
sacrificado
em
seu
benefício.
No
novo
pacto
do
sangue
de
Jesus
o
pecador
homologa
com
os
seus
lábios
perante
o
Sumo
Sacerdote
aquilo
que
Cristo
fez.
Homologar
significa
confessar.
Sendo
assim
o
contrito
de
coração
se
apresenta
diante
do
Sumo
Sacerdote
com
a
sua
confissão,
que
corresponde
perfeitamente
à
verdade
da
Palavra
de
Deus.
Homologar
ou
confessar
ao
Sumo
Sacerdote
é
confirmar
integralmente
a
literalidade
que
a
Bíblia
nos
revela
sobre
a
obra
de
Cristo
em
nosso
favor.
Quando
nos
prostramos
perante
o
trono
da
graça,
o
fazemos
com
uma
confissão
que
nos
identifica
com
a
obra
vicária
do
Filho
de
Deus.
Esta
confissão
expressa
a
convicção
de
nossa
fé
ante
a
realidade
consumada
do
sacrifício
completo
de
Jesus.
Nós
nos
apresentamos
diante
do
Sumo
Sacerdote
com
a
confissão
de
que
o
Cordeiro
de
Deus
já
satisfez
totalmente
todas
as
exigências
da
lei
e
todas
as
condições
do
pecador.
Nossa
confissão
é
a
matéria
que
substitui
o
animal
do
Velho
Testamento
que
apontava
para
o
Cordeiro
que
havia
de
vir.
Não
temos
mais
necessidade
de
oferecer
animais
para
expiação
dos
nossos
pecados
uma
vez
que
Cristo
já
cumpriu
perfeitamente
este
ministério,
mas
temos
que
oferecer
perante
Ele
a
nossa
confissão
permanente.
Tendo,
pois,
a
Jesus,
o
Filho
de
Deus,
como
grande
Sumo
Sacerdote
que
penetrou
os
céus,
conservemos
firmes
a
nossa
confissão.
Hebreus
4:14.
Confessar
ou
homologar
é
fundamentalmente
diferente
de
monologar
e
de
professar.
O
monólogo
é
uma
afirmação
solitária
de
mim
para
mim
mesmo.
É
a
oração
do
fariseu
referida
por
Jesus
em
Lucas
18:11
– orava
de
si
para
si
mesmo.
Professar
é
proclamar
aos
outros
a
sua
fé.
É
declarar
às
outras
pessoas
os
fundamentos
de
sua
crença.
Mas
homologar
ou
confessar
se
refere
ao
apoio
que
temos
na
Palavra
de
Deus,
diante
do
próprio
Deus.
A
confissão
é
basicamente
a
confirmação
da
Palavra
de
Deus
perante
o
Senhor
da
Palavra.
Nós
não
confessamos
aos
homens,
mas
ao
Sumo
Sacerdote
da
nossa
confissão,
o
que
a
sua
Palavra
é
para
a
nossa
experiência.
Homologamos
a
Palavra
de
Deus
diante
de
Deus.
Confessamos
que
a
Palavra
de
Deus
é
a
nossa
experiência.
Se
a
Palavra
de
Deus
diz
que
um
morreu
por
todos
e
que
todos
morreram,
eu
confesso
mediante
a
Palavra
e
diante
de
Deus
que
a
morte
de
Cristo
foi
a
minha
morte.
Guardemos
firme
a
confissão
da
esperança,
sem
vacilar,
pois
quem
fez
a
promessa
é
fiel.
Hebreus
10:23.
Deus
não
pode
mentir
e
se
Ele
falou
alguma
coisa
ao
meu
respeito
em
sua
Palavra,
aquilo
que
Ele
falou
é
a
minha
experiência,
que
eu
confesso
diante
dele.
A
palavra
está
perto
de
ti,
na
tua
boca
e
no
teu
coração;
isto
é,
a
palavra
da
fé
que
pregamos.
Se,
com
a
tua
boca,
confessares
Jesus
como
Senhor
e,
em
teu
coração,
creres
que
Deus
o
ressuscitou
dentre
os
mortos,
serás
salvo.
Porque
com
o
coração
se
crê
para
justiça
e
com
a
boca
se
confessa
a
respeito
da
salvação.
Romanos
10:8-10.
Confessamos
com
a
nossa
boca
a
Palavra
de
Deus
ao
Sumo
Sacerdote
de
nossa
confissão,
crendo
com
o
nosso
coração
que
aquela
Palavra
é
o
testemunho
de
nossa
experiência.
Todos
os
dias
e
durante
o
dia
todo
eu
confesso
ao
Senhor
que
a
sua
morte
foi
a
minha
morte
e
que
a
sua
vida
é
a
minha
nova
vida.
Enquanto
nós
vamos
homologando
a
sua
Palavra
diariamente,
vamos
levando
sempre
e
por
todo
o
lugar
no
corpo
o
morrer
de
Jesus,
para
que
também
a
sua
vida
se
manifeste
em
nosso
corpo.
Porque
nós,
que
vivemos,
somos
sempre
entregues
à
morte
por
causa
de
Jesus,
para
que
também
a
vida
de
Jesus
se
manifeste
em
nossa
carne
mortal.
2Coríntios
4:10-11.
Quando
confesso
com
os
meus
lábios
diante
do
trono
de
Deus
o
que
a
sua
Palavra
diz,
vou
homologando
a
minha
experiência
de
fé
manifesta
no
meu
coração.
Assim,
a
confissão
da
Palavra
de
Deus
se
constitui
a
expressão
de
nossa
experiência
de
fé,
visto
que
a
justiça
de
Deus
se
revela
no
Evangelho
de
fé
em
fé,
como
está
escrito:
O
justo
viverá
da
fé.
Romanos
1:17.
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