A
EXPERIÊNCIA
COMPARTILHADA
Por: Glenio Fonseca Paranaguá
Por: Glenio Fonseca Paranaguá
Porque,
assim
como
todos
morrem
em
Adão,
assim
também
todos
serão
vivificados
em
Cristo.
1Coríntios
15:22.
O tratamento de Deus está
limitado apenas a dois homens. No pecado, Deus ajustou com Adão. Na
salvação, Ele consertou com Jesus. Os efeitos do pecado na raça
humana são decorrentes da desobediência de Adão. As conseqüências
da salvação são resultado da obediência de Cristo Jesus. Deus
trata conosco através de dois homens.
Todos
nós
somos
herdeiros
naturais
de
Adão.
A
Bíblia
mostra
que
de
um
só
fez
toda
a
geração
dos
homens
para
habitar
sobre
toda
a
face
da
terra,
determinando
os
tempos
já
dantes
ordenados
e
os
limites
da
sua
habitação.
Atos
17:26.
Isto
implica
na
unidade
da
raça.
Somos
um
tronco
com
muitos
galhos.
Uma
única
raça
composta
de
muitos
povos,
tribos
e
nações.
A
ciência
tem
chegado
à
conclusão
que
o
DNA
da
humanidade
é
singular.
Todos
os
povos
fazem
parte
de
uma
mesma
origem,
e
apesar
das
diferenças
externas
temos
uma
estirpe
idêntica.
A
Bíblia
mostra
que
no
dia
em
que
Deus
criou
o
homem,
à
semelhança
de
Deus
o
fez.
Gênesis
5:1b.
Adão
foi
feito
à
imagem
e
semelhança
de
Deus,
porém,
em
razão
do
pecado,
esta
imagem
ficou
comprometida.
Dr.
Tozer
disse
certa
vez:
Alguém
que
negue
que
o
homem
decaído
tem
em
si
algo
do
que
ele
foi
outrora,
não
é
verdadeiramente
defensor
da
Bíblia.
Isto
significa
que
o
pecado
deformou
essencialmente
a
natureza
humana
ao
ponto
de
desfigurar
por
completo
a
semelhança
divina.
Quando
Adão
gerou
a
sua
descendência
já
o
fez
com
a
sua
semelhança,
no
pecado.
Adão
viveu
cento
e
trinta
anos,
e
gerou
um
filho
à
sua
semelhança,
conforme
a
sua
imagem,
e
chamou
o
seu
nome
Sete.
Gênesis
5:3.
A
humanidade
traz
agora
as
características
de
seu
genearca.
Todos
os
efeitos
do
pecado
de
Adão
foram
transmitidos
por
sucessão
hereditária
à
sua
geração.
Pelo
que,
como
por
um
homem
entrou
o
pecado
no
mundo,
e
pelo
pecado,
a
morte,
assim
também
a
morte
passou
a
todos
os
homens,
por
isso
que
todos
pecaram.
Romanos
5:12.
Nossa
pecaminosidade
é
decorrente
de
nossa
descendência
adâmica.
Adão
não
foi
apenas
o
primeiro
homem
da
terra,
foi
também
o
cabeça
de
toda
a
raça
humana.
Tudo
o
que
aconteceu
com
Adão
no
pecado
passou
naturalmente
para
sua
prole.
Somos
hoje
uma
raça
caída
em
razão
do
comprometimento
compartilhado
na
lei
da
unidade
genética.
Após
a
queda
de
Adão
todos
nós
nascemos
caídos,
o
que
não
é
nossa
culpa
pessoal,
mas
uma
infelicidade
solidária.
Ninguém
pode
anular
a
relação
de
causa
e
efeito
no
processo
da
vida.
O
homem
sem
umbigo
vive
ainda
em
cada
membro
da
raça.
A
graça
não
corre
no
sangue,
mas
a
corrupção
sim.
Pecador
gera
pecador,
mas
santo
não
gera
santo,
afirmava
Matthew
Henry.
Todos
nós
nascemos
poluídos
pelo
pecado
em
virtude
de
nossa
conformidade
inerente
com
a
natureza
de
Adão.
Contudo,
Thomas
Goodwin
mostrou
que
aos
olhos
de
Deus
há
dois
homens:
Adão
e
Jesus
Cristo
– e
esses
dois
homens
têm
todos
os
outros
ligados
a
si.
Aqui
temos
o
grande
projeto
da
graça
de
Deus
para
salvar
a
humanidade
do
seu
pecado,
por
meio
de
um
outro
homem.
Se
em
Adão
todos
os
homens
se
tornaram
pecadores,
em
Cristo
todos
os
homens
podem
receber
a
salvação
partilhada.
Do
mesmo
modo
que
Adão
é
o
cabeça
da
raça
depravada,
Jesus
Cristo
é
o
cabeça
da
raça
regenerada.
Neste
dois
homens
nós
encontramos
a
resposta
para
a
história
humana.
Adão
falando
de
uma
relação
natural
com
o
pecado
e
Jesus
Cristo
apelando
para
uma
realidade
sobrenatural
da
libertação
do
pecado.
Porque,
se,
pela
ofensa
de
um
homem,
morreram
muitos,
muito
mais
a
graça
de
Deus,
que
é
de
um
só
homem,
Jesus
Cristo,
abundou
sobre
muitos.
Romanos
5:15b.
Não
resta
dúvida
que
tudo
o
que
Deus
trata
conosco,
trata
através
destes
dois
homens.
Tudo
o
que
somos
no
pecado,
foi-nos
dado
em
Adão.
Tudo
o
que
somos
pela
graça,
foi-nos
dado
em
Jesus
Cristo.
O
plano
de
Deus
para
salvar
o
ser
humano
da
perversão
do
pecado
fundamenta-se
totalmente
na
pessoa
de
Jesus
Cristo.
Ele
veio
ao
mundo
com
a
missão
de
regenerar
a
humanidade
degenerada.
E
para
tanto,
Ele
tinha
que
ser
o
representante
de
todos
os
homens,
incluindo
a
todos
em
seu
próprio
corpo.
Ora,
se
todos
os
homens
estavam
em
Adão
naturalmente,
quando
ele
pecou,
todos
precisavam
estar
em
Cristo,
sobrenaturalmente,
quando
Ele
estivesse
realizando
a
salvação.
E
foi
assim
que
Ele
atraiu
a
todos
no
momento
de
sua
crucificação.
E
eu,
quando
for
levantado
da
terra
(na
cruz),
todos
atrairei
a
mim
mesmo.
João
12:32.
Jesus
não
era
apenas
o
procurador
da
humanidade,
mas
também
avocou
para
si
a
condição
de
incluir
a
todos
no
seu
sacrifício.
Aos
olhos
de
Deus
Ele
era
a
humanidade.
Todos
nós
estávamos
identificados
na
sua
pessoa.
Ele
era
o
gênero
humano
universal,
uma
pessoa
coletiva,
na
totalidade
de
todas
as
pessoas.
Ele
era
uma
pessoa
com
todas
as
pessoas,
por
isso
as
Escrituras
o
chamam
de
último
Adão.
Na
cruz
Ele
morreu
como
o
último
Adão.
Assim
está
também
escrito:
O
primeiro
homem,
Adão,
foi
feito
alma
vivente;
o
último
Adão,
em
espírito
vivificante.
1Coríntios
15:45.
Como
nosso
embaixador
Ele
incorporava
a
comunidade
e
morria
a
morte
que
era
de
todos.
Porque
o
amor
de
Cristo
nos
constrange,
julgando
nós
assim:
que,
se
um
morreu
por
todos,
logo,
todos
morreram.
2
Coríntios
5:14.
Se
o
salário
do
pecado
é
a
morte,
só
a
morte
para
o
pecado
por
meio
de
Jesus
pode
garantir
a
vitória
da
salvação.
O
nosso
julgamento
tem
que
passar
pelo
crivo
da
graça
de
Deus
que
engloba
a
todos
no
sacrifício
de
Jesus,
a
fim
de
realizar
num
só
ato
de
justiça
a
reabilitação
de
todo
aquele
que
crê.
Pois
assim
como
por
uma
ofensa
veio
o
juízo
sobre
todos
os
homens
para
condenação,
assim
também
por
um
só
ato
de
justiça
veio
a
graça
sobre
todos
os
homens
para
justificação
que
dá
vida.
Romanos
5:18.
Fomos
adicionados
no
corpo
de
Cristo,
pelo
poder
da
graça
de
Deus,
para
experimentarmos
como
parceiros,
os
mesmos
efeitos
de
sua
justiça.
A
morte
de
Cristo
foi
de
fato
a
nossa
morte,
pois
fomos
anexados
juntamente
com
Ele
na
mesma
imolação.
Ou
não
sabeis
que
todos
quantos
fomos
batizados
em
Jesus
Cristo
fomos
batizados
na
sua
morte?
Romanos
6:3.
A
nossa
imersão
em
Jesus
Cristo
visava
agregar-nos
à
sua
morte.
Fomos
batizados
ou
plantados
em
Jesus
para
morrermos
a
fim
de
recebermos
a
sua
vida
na
nossa
ressurreição
juntamente
com
Ele.
Porque,
se
fomos
plantados
juntamente
com
ele
na
semelhança
da
sua
morte,
também
o
seremos
na
da
sua
ressurreição.
Romanos
6:5.
Quando
Adão
pecou,
todos
nós
pecamos.
Todos
nós
estávamos
nele,
quando
ele
caiu
no
pecado.
Mas,
quando
Jesus
morreu
na
cruz,
todos
nós
precisávamos
ser
incluídos
na
sua
morte,
para
que
todo
aquele
que
nele
crê
tenha
a
vida
eterna.
Em
Adão
a
nossa
experiência
compartilhada
era
de
modo
natural.
Em
Cristo
a
nossa
experiência
é
mediante
a
fé
segura
nos
fundamentos
da
Palavra
de
Deus.
Não
podemos
unir-nos
a
Cristo
porque
o
sentimos,
mas
porque
Deus
o
disse,
e
precisamos
crer
em
sua
Palavra
mesmo
quando
não
a
entendemos.
A
verdade
de
Deus
é
o
alicerce
de
toda
experiência
sólida.
Os
homens,
para
serem
verdadeiramente
ganhos,
precisam
ser
ganhos
pela
verdade.
E
a
verdade
da
Bíblia
é
esta:
Fiel
é
esta
palavra:
se
já
morremos
com
ele,
também
viveremos
com
ele.
2Timóteo
2:11.
Cremos,
como
diz
a
Escritura,
e
descansamos
na
graça
soberana
da
verdade
de
Deus,
com
a
mesma
ênfase
de
Phillips
Brooke,
a
verdade
é
sempre
forte,
não
importa
quão
fraca
pareça,
e
a
falsidade
é
sempre
fraca,
não
importa
quão
forte
pareça.
A
verdade
das
Escrituras
mostra
que
temos
a
nossa
salvação
completa
na
pessoa
de
nosso
Senhor
Jesus
Cristo.
A
fé
salvadora
não
é
a
concordância
com
uma
proposição,
mas
a
entrega
total
a
uma
pessoa.
Se
alguém
está
em
Cristo
é
uma
nova
criatura,
as
coisas
velhas
já
passaram,
eis
que
tudo
foi
feito
novo.
2Coríntios
5:17.
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