A
ILUMINAÇÃO DE
NATAL
Por: Glenio Fonseca Paranaguá
Por: Glenio Fonseca Paranaguá
O
povo
que
andava
em
trevas
viu
uma
grande
luz,
e
sobre
os
que
habitavam
na
região
da
sombra
da
morte
resplandeceu
a
luz.
Isaías
9:2.
A
Bíblia
diz
que
Deus
é
luz,
e
não
há
nele
treva
nenhuma.
1
João
1:5.
Não
há
escuridão,
por
mais
densa
que
seja,
capaz
de
ofuscar
a
luz
de
uma
simples
candeia.
Deus
é
luz
em
sua
plenitude,
e
quando
Ele
criou
o
mundo,
a
primeira
coisa
que
Ele
manifestou
foi
a
luz.
E
disse
Deus:
Haja
luz.
E
houve
luz.
Gênesis
1:3.
A
energia
da
luz
é
a
base
de
toda
a
criação.
A
matéria
é
energia
condensada,
e
a
luz
é
a
fonte
de
toda
energia.
A
luz
vai
além
da
visibilidade;
sendo
o
raio
X
também
luz,
ultrapassa
ao
campo
ocular.
Deus
criou
a
luz
antes
de
criar
os
astros,
pois
da
concentração
da
energia
luminsosa,
Deus
criou
os
corpos
celestes
que
resplandecem
no
firmamento.
A
luz
do
sol
é
uma
das
expressões
luminosas
que
existe
no
universo.
Há
luz
que
é
perceptível
e
há
luz
inatingível.
Deus
é
o
único
poderoso
Senhor,
Rei
dos
reis
e
Senhor
dos
senhores;
aquele
que
tem,
Ele
só,
a
imortalidade
e
habita
na
luz
inacessível,
a
quem
nenhum
dos
homens
viu
nem
pode
ver;
ao
qual
seja
honra
e
poder
sempiterno.
Amém.
1
Timóteo
6:15-16.
Jesus
é
a
verdadeira
luz
que
veio
ao
mundo
para
iluminar
a
todos
os
homens.
Nele
estava
a
vida
e
a
vida
era
a
luz
dos
homens;
e
a
luz
resplandece
nas
trevas,
e
as
trevas
não
a
compreenderam.
João
1:4-5.
Jesus
é
a
luz
que
resplandece
nas
trevas
a
fim
de
trazer
iluminação
perfeita
aos
corações
de
todos
os
homens.
A
luz
mostra
toda
sujeira
e
desvenda
qualquer
imperfeição.
Da
luz
apenas
fogem
os
escaravelhos,
os
ladrões
e
os
ignorantes.
E
a
condenação
é
esta:
Que
a
luz
veio
ao
mundo,
e
os
homens
amaram
mais
as
trevas
do
que
a
luz,
porque
as
suas
obras
eram
más.
Porque
todo
aquele
que
faz
o
mal
aborrece
a
luz
e
não
vem
para
a
luz
para
que
as
suas
obras
não
sejam
reprovadas.
Mas
quem
pratica
a
verdade
vem
para
luz,
a
fim
de
que
as
suas
obras
sejam
manifestas,
porque
são
feitas
em
Deus.
João
3:19-21.
Jesus
é
apresentado
no
Velho
Testamento
como
o
sol
que
ilumina
o
dia.
Ele
é
chamado
de
sol
da
justiça.
Mas
para
vós
que
temeis
o
meu
nome
nascerá
o
sol
da
justiça
e
salvação
trará
debaixo
das
suas
asas;
e
saireis
e
crescereis
como
os
bezerros
do
cevadouro.
Malaquias
4:2.
Ele
é
a
luz
do
mundo
que
permite
a
iluminação
dos
corações
mais
sombrios.
Ele
é
a
luz
da
vida
que
produz
o
calor
nas
almas
mais
geladas.
Somente
por
Ele
podemos
perceber
o
caminho
que
devemos
seguir.
Enquanto
estou
no
mundo,
sou
a
luz
do
mundo.
João
9:5.
A
igreja primitiva enfatizava muito claramente a importância de Jesus
como a única luz capaz de iluminar a vida dos homens. Mas,
insidiosamente uma outra mensagem foi se incorporando no seio da
igreja como uma cilada. Sem perceber o ardil, vagarosamente a
idolatria da Babilônia foi tomando corpo no meio da igreja. A
adoração ao deus sol chegou de modo astucioso na celebração do
Natal. Nada mais justo do que relacionar o Sol da justiça, que no
monte da transfiguração teve o seu rosto resplandescente como o
sol, com a estrela solar adorada na mitologia. Assim, Jesus Cristo
foi comparado como o sol e identificado com o deus mitológico. O
dia 25 de dezembro
comemorado como a festa
que celebrava o solstício
de inverno, o renascimento
do sol, quando, no
hemisfério norte do globo
terrestre, os dias começam
a tornar-se mais longos.
Quando o sol começa
a prover mais calor,
a agricultura torna-se
possível. Luz é vida.
Por conseguinte, talvez
tenha sido próprio para
o império romano
substituir a festa pagã
por uma celebração que
tinha mais sentido para
os cristãos do que
a celebração das meras
forças da natureza. Foi
dentro deste contexto político e mitológico que a festa pagã da
adoração ao sol foi implantada no coração da igreja com todas as
suas representações. Durante aquelas festividades pagãs fogueiras
eram acesas em homangem ao deus sol e permaneciam queimando por
alguns dias. Durante este período as pessoas comiam e bebiam
fartamente para tentar exorcizar a tristeza provocada pela ausência
de luminosidade. As fogueiras natalinas foram mantidas por muitos
anos no perímetro da igreja romana. Depois as velas foram tomando
conta do cenário e mais recentemente as lâmpadas elétricas assumem
o fascínio do embelezamento natalino. Só que pouca gente sabe que
estas luzes que exercem tanto encantamento no espírito de Natal é
uma representação moderna de uma antiga adoração ao deus sol.
Sendo a luz algo cativante, a sedução de sua magia vem logo nos
distrair da verdadeira luz que é Cristo.
A
adoração
ao
sol
é
uma
das
mais
antigas
formas
de
misticismo,
que
a
Bíblia
condena
veementemente.
Quando
no
meio
de
ti,
em
alguma
das
tuas
portas
que
te
dá
o
Senhor
teu
Deus,
se
achar
algum
homem
ou
mulher
que
fizer
mal
aos
olhos
do
Senhor
teu
Deus,
traspassando
o
seu
concerto,
que
for,
e
servir
a
outros
deuses,
e
se
encurvar
a
eles,
ou
ao
sol,
ou
à
lua,
ou
a
todo
o
exército
do
céu,
o
que
eu
não
ordenei,
...
então
levarás
o
homem
ou
a
mulher
que
fez
este
malefício
às
tuas
portas,
sim,
o
tal
homem
ou
mulher,
e
os
apedrejarás
com
pedras
até
que
morram.
Deuteronômio
17:2-5.
A
essência
da
idolatria
está
em
ter
pensamentos
indignos
acerca
de
Deus.
Tornar
Deus
como
um
objeto
é
uma
afronta
ao
seu
caráter.
Fazer
o
Criador
semelhante
a
uma
criatura
é
algo
ofensivo
e
indigno
de
um
ser
pensante.
Um
deus
fabricado
não
é
Deus.
Jesus
Cristo é a encarnação de Deus ao nível do homem, mas não é um
deus criado pelo homem. Ele é o Criador encarnado e não uma
criatura divinizada. Jesus Cristo não
pode ser entendido
adequadamente em termos de
qualquer categoria aplicável
ao homem. Ele é
por si mesmo, uma
categoria. Ele não é
apenas grande; é o
único. Ele não pode ser comparado com nenhuma criatura.
Ele é singular. Thomas Brooks dizia: Cristo é
admirável, Cristo é muito
admirável, Cristo é o
mais admirável, Cristo é
sempre admirável, Cristo é
totalmente admirável. Ele não pode
ser equiparado a qualquer outro, nem é análogo a nenhum símbolo
que possamos confrontar. Ele é a Luz, que a luz se ofusca. Ele é o
Sol, que o sol se apaga. Ele é a Vida, que a vida fenece. Ele é
incomparável, extraordinário, invulgar, único, singular, insigne,
admirável e só Ele merece o nosso reconhecimento, respeito e
adoração.
Jesus
é
a
Luz
que
não
carece
de
iluminação.
Ele
brilha
nos
nossos
corações
com
o
fulgor
resplandecente
capaz
de
enceguecer.
E
indo
Paulo
no
caminho,
aconteceu
que,
chegando
perto
de
Damasco,
subitamente
o
cercou
um
resplendor
de
luz
do
céu.
E,
caindo
em
terra,
ouviu
uma
voz
que
lhe
dizia:
Saulo,
Saulo,
por
que
me
persegues?
E
ele
disse:
Quem
és,
Senhor?
E
disso
o
Senhor:
Eu
sou
Jesus,
a
quem
tu
persegues.
Atos
9:3-5.
O
apóstolo
Paulo
ficou
três
dias
sem
ver
nada,
e
alguns
anos
mais
tarde
quando
ele
falava
perante
o
rei
Agripa
disse:
Ao
meio
dia,
ó
rei,
vi
no
caminho
uma
luz
do
céu,
que
excedia
o
esplendor
do
sol,
cuja
claridade
me
envolveu
a
mim
e
aos
que
iam
comigo.
Atos
26:13.
Jesus
é
a
luz
que
não
precisa
de
fogueira,
nem
de
vela,
nem
de
pisca-pisca
ou
qualquer
outro
material
incandescente.
Todos estes expedientes humanísticos têm servido para distrair os olhos de contemplarem a beleza da luz interior refletida pelo caráter singular de Cristo. Contudo, o risco deste procedimento fica muito definido nas palavras do profeta: Mas todos vós que acendeis fogo, e vos cingis com tições acesos, andai entre as labaredas do vosso fogo, e entre os tições que acendestes. Isto é o que recebereis da minhão mão: Em tormentos jazereis. Isaías 50:11. Tirar os olhos da verdadeira luz para contemplar os vaga-lumes representativos da idolatria solar pode ser um prejuízo irreparável no caminho da vida cristã. Jesus é a única luz que nos pode iluminar e atrair. A Bíblia mostra que na Nova Jerusalém não há qualquer forma de iluminação pois o Cordeiro é a sua luz. E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. E as nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra. E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumia; e reinarão para todo o sempre. Apocalipse 21:23-24 e 22:5. Assim, podemos dizer que em qualquer tempo e para todos os tempos a verdadeira luz do Natal e do Reino eterno é Cristo. As luzes que enfeitam as nossas cidades são apenas efeitos visuais que causam um êxtase momentâneo. Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. Provérbios 4:18.
Todos estes expedientes humanísticos têm servido para distrair os olhos de contemplarem a beleza da luz interior refletida pelo caráter singular de Cristo. Contudo, o risco deste procedimento fica muito definido nas palavras do profeta: Mas todos vós que acendeis fogo, e vos cingis com tições acesos, andai entre as labaredas do vosso fogo, e entre os tições que acendestes. Isto é o que recebereis da minhão mão: Em tormentos jazereis. Isaías 50:11. Tirar os olhos da verdadeira luz para contemplar os vaga-lumes representativos da idolatria solar pode ser um prejuízo irreparável no caminho da vida cristã. Jesus é a única luz que nos pode iluminar e atrair. A Bíblia mostra que na Nova Jerusalém não há qualquer forma de iluminação pois o Cordeiro é a sua luz. E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. E as nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra. E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumia; e reinarão para todo o sempre. Apocalipse 21:23-24 e 22:5. Assim, podemos dizer que em qualquer tempo e para todos os tempos a verdadeira luz do Natal e do Reino eterno é Cristo. As luzes que enfeitam as nossas cidades são apenas efeitos visuais que causam um êxtase momentâneo. Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. Provérbios 4:18.
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