O
IMPERATIVO IMPERIOSO
Por: Glenio Fonseca Paranaguá
01/06/1998
Por: Glenio Fonseca Paranaguá
01/06/1998
Não
existe pessoa
que não
exerça
influência.
Ninguém vive
neste mundo
sem a
condição de
deixar marcas.
Richard Baxter
costumava dizer:
Tocamos em
poucas coisas,
mas deixamos
sempre as
impressões
digitais.
Todos nós
temos possibilidade
de exercer
contribuição para
os outros.
Podemos inspirar
um modelo
de elegância
moral ou
deixar cicatrizes
disformes e
repelentes no
caráter. A
coisa mais
séria em
todo o
mundo é
essa questão
de influência
pessoal.
O
cristão autêntico
é o
exemplo de
uma pessoa
marcante. Ele
influi pela
sua conduta
silenciosa, expressão
de sua
vida real
com Jesus
Cristo, e
se comunica
apropriadamente através
de uma
pregação comprometida
com a
mensagem do
Evangelho. Não
há cristão
que oculte
o seu
ser, nem
encubra o
seu crer.
Integridade de
coração é
coisa
indispensável.
É
impossível viver
neste mundo
como um
genuíno cristão
e não
se importar
com a
situação do
mundo. Ser
cristão é
ser uma
personalidade
chave nas
condições
mundiais de
hoje.
Nossa presença
aqui na
terra não
é mero
efeito de
procriação, mas
verdadeiro propósito
da regeneração.
Deus nos
salvou para
que nós
sejamos agentes
insistentes da
pregação do
Evangelho, e
não simples
assistente da
história. A
menor agência
de correio
pode conter
uma carta
que tem
a possibilidade
de arruinar
ou abençoar
uma nação.
E a
vida mais
singela pode
emitir bênçãos
capazes de
redirecionar um
continente na
direção de
Deus.
Nenhum homem
é tão
insignificante ao
ponto de
não poder
exercer alguma
influência de
mau ou
de bem
em favor
dos outros.
No
reino de
Deus não
há lugar
para inválidos
ou aposentados.
Não há
asilos nem
recolhimentos de
reformados. Patrícia
Young é
uma viva
ilustração desta
atitude. Aos
dois anos
de idade,
um violento
ataque de
poliomielite deixou-a
para sempre
paralítica. Durante
a segunda
guerra mundial
foi gravemente
ferida por
um estilhaço
de granada.
Posteriormente, em
conseqüência de
uma operação
no cérebro,
ficou quase
cega. Entretanto,
foi despertada
através da
palavra que
sua amiga
lhe disse:
Não te
resta senão
um coto
de vela.
Pois bem,
você deve
acendê-la para
iluminar os
outros.
E motivada
por um
missionário que
deplorava não
ter boa
leitura no
seu campo
de trabalho,
Patrícia tornou-se
agente para
coletar bons
livros e
revistas, e
enviá-los às
várias missões
do mundo.
Do seu
aposento restrito
ela influenciou
muitas pessoas
enviando milhares
de livros
que contribuíram
para o
aprimoramento de
muita gente.
Não
há desculpa
nem explicações
que consigam
nos afastar
do imperativo
imperioso da
pregação do
Evangelho. Ninguém
pode se
eximir de
sua responsabilidade
alegando incapacidade,
imperícia, ignorância
ou imobilidade.
Mesmo um
coto de
vela é
apto para
alumiar por
algum tempo.
Certo pregador
de renome
que ficou
cego, foi
aconselhado pelos
membros de
sua congregação
a jubilar-se
e descansar
na intimidade
do seu
lar. Segundo
eles, o
pregador havia
perdido a
condição de
ministrar às
multidões com
a mesma
competência. Mas
o velho
ministro não
possuía mentalidade
inativa nem
postura de
aposentadoria, por
isso considerou
o telefone
uma forma
eficaz de
atuação. Em
poucos anos
de atividade
já havia
contatado e
confrontado mais
pessoas com
a mensagem
do Evangelho,
do que
os seus
últimos anos
do ministério
naquela igreja.
Sua visão
ocular havia
sido danificada,
mas sua
visão ministerial
foi vantajosamente
ampliada. Os
perdidos estão
em todos
os lugares
e nós
precisamos comunicar-lhes
o plano
da salvação.
A
realidade é
muito simples.
Quem foi
salvo se
interessa pela
salvação dos
outros. Quem
crê, fala
com fé
daquilo que
crê. Ninguém
pode se
justificar com
evasivas descabidas.
Por exemplo:
Eu sou
uma pessoa
inculta. É
bom relembrar:
Jesus não
escolheu doutores,
mas homens
ignorantes. Ao
verem
a
intrepidez
de
Pedro
e
João,
sabendo
que
eram
homens
iletrados
e
incultos,
admiraram-se;
e
reconheceram
que
haviam
eles
estado
com
Jesus.
Atos
4:13.
Instrução não
é requisito
para se
pregar o
Evangelho, nem
analfabetismo é
pretexto para
se deixar
de pregar.
Não é
cultura, mas
conhecimento pessoal
de Jesus
a condição
de ser
testemunha. A
igreja não
é Academia
de Letras,
mas uma
frota de
barcos de
pesca. A
perícia do
evangelista não
se encontra
no grau
de ensino,
mas na
intimidade que
o pescador
de homens
nutre com
o Senhor
Jesus Cristo
e na
disposição de
obedecer a
sua Palavra.
A
ênfase do
Senhor Jesus
aos seus
discípulos foi
clara: Ide
por
todo
o
mundo
e
pregai
o
Evangelho
a
toda
criatura.
Marcos
16:15.
O Evangelho
não cai
das nuvens
como chuva,
por acidente,
mas é
levado pelas
mãos dos
homens, para
onde Deus
o enviou.
Nenhum cristão
está liberado
da última
ordenança do
Senhor Jesus.
O cristão
é convocado
a penetrar
no mundo
com o
objetivo de
testemunhar de
Cristo, proclamando
o Evangelho
que envolve
não só
a morte
e ressurreição
de Cristo,
mas também
a sua
morte e
ressurreição com
Cristo. A
boa notícia
que gera
salvação é
na verdade
da nossa
morte e
ressurreição juntamente
com Cristo.
A tarefa
do cristão
é tornar
o Senhor
Jesus visível,
inteligível e
desejável.
Mas Ele
só se
tornará visível
em nós,
quando nós
crermos que
estamos invisivelmente
mortos nEle.
Alguém
já disse:
Não podemos
levar o
mundo todo
a Cristo,
mas podemos
levar Cristo
a todo
o mundo.
Nossa tarefa
é uma
tarefa mundial.
Ela não
pode mais
ser dividida
em
compartimentos
artificiais e
geográficos de
missões
nacionais e
estrangeiras.
Por isso
toda iniciativa
para levar
a mensagem
pura do
Evangelho ao
maior número
de pessoas
é a
estratégia mais
conveniente. "Garrafas
contendo mensagens
têm flutuado
através dos
oceanos durante
muitos séculos.
Algumas costumam
conduzir mensagens
de amor,
esperança e
pedidos de
informações; enquanto
outras clamam
por socorro;
outras ainda
contêm pedidos
de um
companheiro ou
correspondente. Cristóvão
Colombo, quando
em viagem
para a
Índia, em
1493, jogou
ao mar
uma garrafa
contendo mensagem
para a
rainha Isabel
I da
Espanha. Tal
garrafa foi
recolhida por
um oficial
da marinha
mercante americana
e enviada
diplomaticamente à
rainha Isabel
II, 359
anos depois
do seu
lançamento ao
mar."
"Algumas
pessoas nos
dias atuais,
estão enviando
mensagens de
pregação do
Evangelho usando
garrafas escuras
bem lacradas.
O Rev.
Jewel T.
Pierce, do
Alabama EUA,
por mais
de 30
anos vem
colocando mensagens
do Evan-gelho
em garrafas
de uísque,
as quais
são jogadas
no rio
Coosa, que
desemboca no
Golfo do
México. Estas
garrafas antes
foram recipientes
de bebida
entorpecedora, mas
agora se
tornaram veículos
da mensagem
salvadora. Mais
de 30
mil garrafas
já foram
lançadas nas
águas e
cerca de
6 mil
respostas provenientes
de vários
estados americanos
e países
estrangeiros, revelaram
a importância
deste trabalho.
Algumas dessas
respostas elogiam
o trabalho
daquele ministro,
ao mesmo
tempo que
confessam as
conversões, dos
remetentes, ao
Senhor Jesus."
A grande
necessidade da
igreja é
ter um
espírito de
evangelização, usando
todos os
métodos legítimos,
e não
apenas um
esforço temporário.
É imperioso
o imperativo
da pregação,
porque ai
de
mim
se
não
pregar
o
Evangelho!
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